Geração Z: a que influencia o agro de ponta a ponta

Por Evelyn Gomes

Em postagens anteriores já havíamos comentado brevemente como as novas gerações têm ditado o ritmo do consumo de vinho e como isso influenciava o agro, e novamente trazemos a temática para tratarmos não apenas sobre a alimentação mas também como esse público tem mudado as perspectivas do Agronegócio desde as fazendas até o consumo dos produtos nas prateleiras do supermercado. 

Nascidos entre 1995 e 2010, a geração Z ou também conhecidos como centennials são os famosos nativos digitais fruto de um mundo hiperconectado que tem como um de seus grandes valores a sustentabilidade, são eles que têm modificado os padrões de consumo e até mesmo tomado as rédeas da administração de fazendas. 

Isso porque, esse novo perfil de gestores é capaz de alinhar o melhor dos dois mundos, o conhecimento e experiência adquiridas pelas várias gerações de agricultores com a conectividade que permite a coleta e análise de dados para criação de estratégias que visam não apenas uma economia monetária como melhor alocação de recursos sejam eles tangíveis ou intangíveis, evitando o desperdício de tempo, matéria primas e até mesmo dos produtos finais. 

Esses aspectos fazem parte de valores inegociáveis dessa geração, a responsabilidade social e ambiental, que também são valores da AgroNegociar que também foca na verticalização das negociações sem intermediários garantindo agilidade, facilidade e segurança para as suas negociações permitindo a expansão da sua área de atuação ao dispor de um portfólio de mais de 16 mil usuários nacionais e internacionais que buscam parceiros de qualidade para comercializar seus produtos e serviços em todos os pontos da cadeia do AgroNegócio.

E no quesito alimentação, a geração Z também busca por uma dieta saudável indo na contramão dos seus antepassados, se antes os alimentos ultraprocessados eram vistos como uma boa opção pela sua praticidade para esse novo grupo eles passaram a ser rejeitados e trocados por alimentos mais frescos e com valores nutricionais mais atrativos já que os centennials são inspetores de rótulos e nenhuma informação é descartada. 

Os preços de “confort foods” isso é, produtos enlatados, salgadinhos, cereais e outros embalados, também têm afugentado consumidores dessa geração e os feito buscar por marcas com qualidade competitiva e valores mais atrativos, demonstrando assim outra característica da geração Z, o “não apego” por marcas.

Essas que precisam se reinventar para conquistar espaço nos carrinhos de compra novamente, e que precisam seguir receitas mercadológicas não convencionais e que se encontram nesse momento em uma sinuca de bico ao ver que seus preços aumentaram entre 8% e 15% segundo informações de pesquisa encomendada pela Pepsico motivado pelos incrementos de custos dos produtos, interrupções na cadeia de suprimentos, custos trabalhistas mais elevados e a tentativa de preservar as margens de lucros de acionistas. 

Ao passo que também precisam reinventar suas tradicionais receitas dos produtos que cada vez mais vêm sendo substituídos por esse público por produtos integrais e orgânicos e com rótulos mais limpos já que existe uma preocupação justificável em torno do processo de produção desde a plantação até mesmo a inclusão de aditivos, excesso de açúcar e gorduras não saudáveis. 

Preocupação que é explicada por estudos que associam os UPFs (alimentos ultraprocessados) a doenças como depressão, doenças cardiovasculares e mortalidades vinculadas a todas as causas. 

E, como conquistar a lealdade desse público? Fornecendo produtos que estejam alinhados com esses valores através do marketing e da prestação de um bom serviço.

E, você produtor já sabe como atrair o público da geração Z como seu consumidor e liderança? Se cadastrar na AgroNegociar pode ser o primeiro passo!

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