O Agronegócio também precisa de Branding

Por Evelyn Gomes

No nosso último texto anunciamos que em breve a CBC Agronegócios trará novidades para usuários da nossa plataforma, bem como fornecedores e colaboradores e algumas dessas mudanças tem a ver com o tema de hoje e que deve ser uma preocupação de todas as empresas apesar do ramo de atividade, inclusive do agronegócio e uma das melhores formas de demonstrar inovações.

Engana-se quem acredita que marca é apenas um logotipo ou um nome, ela é a tradução de um conjunto de sentimentos e experiências que o seu produto ou serviço oferta para os seus clientes. Para uma marca obter o destaque entre os concorrentes é preciso se diferenciar estabelecendo sempre referência entre o seu produto e o público-alvo se baseando em contextos sociais, culturais, econômicos dele. Entretanto cada cliente pode ter uma percepção e um entendimento diferente sobre a marca, por isso é tão importante o Branding ou melhor dizendo uma gestão estratégica de Branding.

O objetivo do Branding é que todos os consumidores entendam o posicionamento da marca além de aumentar sua relevância e visibilidade no mercado através de estratégias de longo prazo que vislumbrem planejamento, criação e gerenciamento dos elementos da identidade visual.

Uma marca de sucesso precisa ter elementos como posicionamento, tom e voz, slogan, propósito, promessa de marca, ou seja, é como transformar em palpável o propósito, os atributos dessa marca que por sua vez são valores inegociáveis e alinham os discursos da empresa como um todo, desde a forma como ela se comunica com o mundo exterior como o trabalho da equipe interna. Muitas vezes quando a empresa sente que a marca atual não está mais comunicando a verdade da marca ou o caminho que ela quer seguir no futuro é necessário recalcular a rota é fazer o Rebranding.

Mas, e quando lançamos produtos novos que não se encaixam na gama de produtos da marca atual? Podemos criar uma marca derivada da marca mãe, e para isso, fazemos uso de um outro artificio de branding que se chama Arquitetura de Marcas que consiste em um sistema que organiza marcas, produtos e ou serviços para facilitar a identificação do seu cliente e/ou público-alvo.

Em outras palavras, é a hierarquia de marcas dentro de uma única empresa através da inter-relação da matriz com as empresas subsidiárias das quais podem se beneficiar da sua autoridade e prestígio sem necessariamente correr o risco de danificar a sua imagem perante o mercado caso haja problemas. Porém antes de tratarmos das divisões que impactam o tamanho da interdependência entre marcas, precisamos saber quais são os benefícios do uso dessa ferramenta.

  • Segmentação de necessidades específicas;
  • Redução dos custos de marketing;
  • Esclarecimento do posicionamento de marca;
  • Flexibilidade para expansão de produtos e serviços;
  • Reforçar a confiança;
  • Construir e proteger o patrimônio da marca;
  • Entre outros;

E apesar de parecer muito complexo é totalmente possível realizar arquitetura de marcas em empresas pequenas e independente do tamanho da empresa as marcas podem ser organizadas de 3 formas:

  • Monolítico: o logotipo da marca mãe é utilizado em diferentes cores como uma marca subsidiária;
  • Endossada ou assimétrica: dependente da visibilidade da marca mãe, porém há uma divisão sinérgica entre os produtos e/ou serviços de ambas;
  • Independente: não há dependência imagética, marcas subsidiárias e marcas mães tem estilos diferentes;

Contem para a gente, o que acharam do tema?

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